OSUFPB participa da abertura do 1º Festival de Ópera da Paraíba com a ópera Joana de Flandres
Espetáculo será apresentado no Teatro Santa Roza, nos dias 18 (às 20h) e 19 de setembro (às 19h), com entrada a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia); estudantes com vínculo com a UFPB têm entrada gratuita mediante comprovação. Vendas exclusivamente on line.
A Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba (OSUFPB), juntamente com a Orquestra Sinfônica Acadêmica da UFPB e a Academia de Ópera e Repertório participam da abertura do 1º Festival de Ópera da Paraíba com a apresentação da ópera Joana de Flandres, do compositor brasileiro Carlos Gomes, nos dias 18 (às 20h) e 19 de setembro (às 19h), no Teatro Santa Roza, em João Pessoa. A montagem celebra os 190 anos de nascimento do compositor e é uma produção da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), integrando uma programação dedicada ao fortalecimento da produção operística no estado. A classificação indicativa é 12 anos.
Evento pago
Este espetáculo será cobrado, no valor de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) e as entradas serão adquiridas exclusivamente on line, acessando o instagram da OSUFPB. O link para a compra estará na bio desta rede social da Orquestra. Este link dará acesso a um formulário que culminará com a o direito à entrada mediante o pagamento. Lá também serão encontradas orientações, passo a passo, para efetivar o pagamento e garantir a entrada.
Os estudantes matriculados na UFPB terão entrada gratuita mediante comprovação desse vínculo, mas, mesmo assim, terão que reservar seu lugar pelos mesmos mecanismos que se usa para pagamento.
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Dois eventos, a ópera em foco
A montagem de Joana de Flandres está inserida em dois eventos que colocam a ópera em evidência na cena musical paraibana e nordestina. Ao passo em que faz a abertura do I Festival de Ópera da Paraíba, também faz parte do I Seminário Mãos à Ópera Nordeste, que traz convidados do Nordeste e também de outros estados brasileiros com o objetivo de discutir como implementar um mercado de ópera no Nordeste. Esses eventos são uma realização do Lamusi – Laboratório de Música Aplicada da UFPB, tendo a Universidade Federal da Paraíba como protagonista deste movimento.
A ópera
Joana de Flandres integra uma iniciativa voltada à produção e à difusão da ópera na Paraíba, reunindo artistas, músicos e projetos vinculados à UFPB. A montagem agrega a Academia de Ópera e Repertório e as orquestras da Universidade.
A apresentação marca o início de uma programação que pretende aproximar o público da produção operística e ampliar a atuação da UFPB nesse segmento artístico. A regência, direção artística e musical é do maestro Wendell Kettle. O concerto conta com a participação do coro da Academia de Ópera e Repertório e os cantores Izadora França (soprano), Ezequiel Silva (tenor), Murilo Neves (baixo) e Paulo Mendes (barítono) e Kleiton d’Araújo (contratenor), que também assina a cenografia e o figurino junto com Nasaindy Barret.
Outra participação muito especial nesta montagem é a da dançarina Ana Maria Barroso, bailarina da Companhia Municipal de Dança de João Pessoa. Natural de João Pessoa (PB), possui sólida formação em balé clássico, jazz, dança contemporânea e moderna. Foi premiada em diversos festivais como melhor bailarina. Há quatro anos ministra aulas de balé e jazz e atualmente cursa Licenciatura em Dança pela UFPB.
A Academia de Ópera e Repertório (AOR)
A Academia de Ópera e Repertório da UFPB é um projeto de extensão dedicado à formação e à prática de cantores, proporcionando experiências de preparação e montagem de repertório operístico. O projeto completa 10 anos em 2026 e terá sua trajetória celebrada em outubro, com uma gala lírica prevista para o dia 24 de outubro.
A Academia também integra outras produções previstas no calendário do festival, fortalecendo a formação artística e a atuação de estudantes e profissionais ligados à Universidade.
O Festival
O 1º Festival de Ópera da Paraíba é promovido pelo LAMUSI — Laboratório de Música Aplicada da UFPB e terá uma programação ao longo do segundo semestre de 2026, seguindo como referência o modelo do Festival de Ópera do Theatro da Paz, em Belém.
A programação prevê uma produção a cada mês. Após a abertura com Joana de Flandres, em setembro, o festival terá a gala lírica em outubro e, em novembro, está prevista a montagem de Carmen, em parceria com uma equipe de Brasília. O encerramento, em dezembro, será com A Flauta Mágica, de Wolfgang Amadeus Mozart, em uma produção conjunta das orquestras da UFPB e da Academia de Ópera e Repertório, também celebrando os 270 anos do nascimento do compositor.
A iniciativa está relacionada ao seminário Mãos à Ópera Nordeste, que reúne convidados do Nordeste e de outros estados para discutir caminhos para o desenvolvimento do mercado e da produção operística na região. A proposta busca fortalecer João Pessoa e a UFPB como um polo de produção e formação em ópera no Nordeste.
A OSUFPB
A Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba (OSUFPB) integra a estrutura musical da produção de Joana de Flandres, reafirmando sua atuação na formação de músicos, na difusão da música de concerto e na realização de projetos artísticos e de extensão da Universidade.
Vinculada ao LAMUSI e ao Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA) da UFPB, a OSUFPB desenvolve atividades artísticas, pedagógicas e de extensão, contribuindo para a formação de público e para a circulação da música de concerto em João Pessoa.